DICAS

Dia Nacional Controle à Obesidade - 27 de Outubro

O Brasil tem atualmente cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Ao somar o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.
A obesidade é um problema de saúde pública e um fator de risco para inúmeras patologias como infarto agudo do miocárdio, derrames, doenças respiratórias e Diabetes com consequente redução da expectativa de vida. Além disso, atinge questões psicológicas, acarretando diminuição da autoestima e depressão.
A doença se caracteriza pelo excesso de gordura corporal, determinado por questões multifatoriais como herança genética, fatores ambientais, fatores psicológicos e alimentação incorreta.
Em muitos casos, a obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) que mede a quantidade de músculo, gordura e líquidos no corpo, que é feito da seguinte forma: divide-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e
24,9, o peso é considerado normal. Entre 25 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.
O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar são os principais fatores de risco responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência da obesidade em qualquer faixa etária. Hoje, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%.
Segundo dados da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, o número de brasileiros acima do peso passou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos aumentou de 11,4% para 15,8%. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos estarão com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.
Um estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) demonstrou que o tratamento de doenças ligadas à obesidade custa R$ 3,57 bilhões em todas as esferas do governo. O cálculo usou como base atendimentos em ambulatório e internações através do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, se incluirmos gastos indiretos e os pacientes da rede privada, o valor deve subir consideravelmente.
A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. Visando atuar na redução da obesidade entre seus beneficiários, a Cemig Saúde vem desenvolvendo desde 2011, o Programa Peso em Equilíbrio, que tem como finalidade melhorar a qualidade de vida dos obesos, reduzindo seu peso e, consequentemente, diminuindo a incidência de doenças cardiovasculares, articulares e metabólicas como o diabetes, colesterol e triglicérides altos.

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Fonte: www.endocrino.org.br www.saude.gov.br

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